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ASPARTAME NA GRAVIDEZ


Informativos / 07/02/2016

É muito comum em nosso balcão as gestantes perguntarem sobre o uso de adoçantes, em particular o Aspartame, na gravidez. Os farmacêuticos da Fórmula Certa listam abaixo algumas referências importantes sobre o assunto :

. O uso de adoçantes não é indicado, mas se a gestante for obesa ou tiver diabetes precisará utiliza-los. É melhor optar, então, por aspartame ou sucralose.
FONTE: Dr. Walmir Coutinho, Professor de Endocrinologia da PUC do Rio de Janeiro .
. O uso do aspartame, um adoçante artificial, durante a gravidez parece seguro quando ele é consumido como adoçante dietético na quantidade recomendada.
FONTE: Manual Merck
. O aspartame foi aprovado pelo "Food and Drug Administration" para consumo moderado durante a gravidez.
FONTE: Site do "Instituto Pampers"
. A utilização do aspartame não apresenta risco para a maior parte das pessoas, com exceção de quem sofra de fenilcetonúria (uma doença rara, detectada através do "teste do pezinho", em
que o metabolismo da fenilalanina se encontra alterado). Por esta razão, todos os produtos que contenham aspartame têm que, obrigatoriamente, especificar através do aviso "Contém
fenilalanina".
. A DDA (Dose Diária Admitida) de aspartame é de 40 mg por quilo de peso corporal. Além disso, muitos médicos recomendam evitar a sacarina e o aspartame durante a gravidez: embora sem comprovação científica, esses adoçantes ganharam má fama no passado, associados ao aparecimento de câncer.
FONTE: Revista Marie Claire
. “Não é provado cientificamente que o uso de adoçante possa apresentar qualquer tipo de efeito prejudicial ao bebê em gestação ou ao recém-nascido. De qualquer maneira é melhor que se dê preferência ao adoçante Aspartame, porque é um adoçante mais inócuo. A única restrição ao Aspartame é para quem possa ter casos conhecidos de fenilcetonúria na família.”
FONTE: Dr. Ricardo Faure

. Use of aspartame in pregnancy. Fonte:Int J Fertil; 30(1):85-7, 1985. ISSN:0020-725X
País de publicação:UNITED STATES Idioma:eng
Resumo: Estudos de uso agudo em seres humanos recebendo 6 vezes a quantidade diária recomendada (6x34 = 200mg/Kg) demonstraram não haver evidência de risco para o feto.
Conclue-se que, nas doses recomendadas de uso, o aspartame não apresenta risco na gravidez. 

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